Influência da Internacionalização e da Inovação na Competitividade Empresarial

Antonio Rodrigues Albuquerque Filho, Maria Macileya Azevedo Freire, Marcia Martins Mendes De Luca, Alessandra Carvalho de Vasconcelos

Resumo


Objetivo: Investigar a influência da internacionalização e da inovação na competitividade em empresas de países do BRICS listadas na Nyse, sob a perspectiva da VBR.

Método: De cunho descritivo e abordagem quantitativa, a pesquisa utiliza o teste de diferenças entre médias, a correlação e a regressão linear múltipla com dados em painel, para análise de dados de 2015 a 2017, de 64 empresas não financeiras sediadas em países do BRICS listadas na Nyse.

Principais resultados: Corroborando os achados constatados nos testes de diferenças entre médias e correlação de Pearson, os resultados da regressão indicam que os indicadores de internacionalização e os de inovação não exercem influência sobre a competitividade das empresas. Ressalte-se, porém, que, na presença de estratégias de inovação, a rentabilidade se mostra relevante, denotando que quanto maior for a rentabilidade da organização, menor será o seu poder de competitividade.

Relevância/originalidade: Apesar de individualmente a internacionalização e a inovação serem temas amplamente discutidos na literatura, é relevante que sejam explorados na perspectiva da competitividade empresarial, uma vez que são essenciais para o fortalecimento da economia e apontados como de grande valor organizacional. Outrossim, poucas pesquisas analisaram empiricamente a competitividade tendo como proxy o índice de Herfindahl-Hirschman.

Contribuições teóricas/metodológicas: Destaca-se a contribuição do estudo para o campo acadêmico ao ponderar a internacionalização e a inovação como métricas multidimensionais para análise do envolvimento internacional das empresas e da adaptação estratégica de recursos como fontes de vantagem competitiva.


Palavras-chave


Internacionalização; Inovação; Competitividade; BRICS

Texto completo:

PDF

Referências


Aguilera, R. V., Ciravegna, L., Cuervo-Cazurra, A., & Gonzalez-Perez, M. A. (2017). Multilatinas and the internationalization of Latin American firms. Journal of World Business, 52(4), 447-460.

Albuquerque Filho, A. R., Macêdo, F. F. R. R., Moura, G. D., Fank, D. R. B., & Heberle, E. L. (2018). Fatores Determinantes da Intangibilidade em Companhias Abertas Familiares. Revista de Contabilidade do Mestrado em Ciências Contábeis da UERJ, 23(2), 37-52.

Alvarez, I., & Marin, R. (2013). FDI and technology as levering factors of competitiveness in developing countries. Journal of International Management, 19(3), 232-246.

Andrade, A. M. F., & Galina, S. V. R. (2013). Efeitos da internacionalização sobre o desempenho de multinacionais de economias em desenvolvimento. Revista de Administração Contemporânea, 17(2), 239-262.

Andersen, O. (1997). Internationalization and market entry mode: A review of theories and conceptual frameworks. MIR: Management International Review, 27-42.

Furquim, N. R., & Arantes, E. C. (2011). Estratégias de internacionalização e de inovação como diferenciais para a expansão de uma empresa multinacional. Revista Eletrônica de Negócios Internacionais, 6(2), 116-137.

Badolato, P. G., Donelson, D. C., & Ege, M. (2014). Audit committee financial expertise and earnings management: The role of status. Journal of Accounting and Economics, 58(2-3), 208-230.

Barney, J. (1991). Firm resources and sustained competitive advantage. Journal of management, 17(1), 99-120.

Barney, J. B. (1996). The resource-based theory of the firm. Organization science, 7(5), 469-469.

Bartoloni, E. (2013). Capital structure and innovation: causality and determinants. Empirica, 40(1), 111-151.

Bastos, L. T., Feldmann, P. R., & Fouto, N. M. M. D. (2014). Inovação de varejo sustentável: e-commerce e comércio justo. Revista de Administração da Universidade Federal de Santa Maria, 7, 88-99.

Benetti, K., Benetti, K., Utzig, M. J. S., Braun, M., & Oro, I. M. (2014). Evidenciação de subvenção e assistência governamentais das empresas na BM&FBOVESPA. Revista Evidenciação Contábil & Finanças, 2(1), 75-90.

Blazsek, S., & Escribano, A. (2016). Patent propensity, R&D and market competition: Dynamic spillovers of innovation leaders and followers. Journal of Econometrics, 191(1), 145-163.

Block, J. H., Kohn, K., Miller, D., & Ullrich, K. (2015). Necessity entrepreneurship and competitive strategy. Small Business Economics, 44(1), 37-54.

Boehe, D. M., Larentis, F., De Toni, D., & Mattia, A. Á. (2011). Papel das relações interorganizacionais e da capacidade de inovação na propensão para exportar. REAd-Revista Eletrônica de Administração, 17(1), 86-116.

Boermans, M. A., & Roelfsema, H. (2012). A resource-based view of internationalization in emerging economies. In Impacts of Emerging Economies and Firms on International Business (pp. 13-31). Palgrave Macmillan, London.

Borini, F. M., Floriani, D. E., & Fleury, M. T. L. (2012). The relation between size and development of organizational competencies in Brazilian multinationals. Revista de Administração (São Paulo), 47(4), 596-608.

Botelho, D., & Guissoni, L. (2016). Varejo: competitividade e inovação. Revista de Administração de Empresas, 56(6), 596-599.

Brito, L. A. L., Brito, E. P. Z., & de Vasconcelos, F. C. (2007). Ser uma empresa grande é vantagem para crescer?. Revista de Administração FACES Journal, 6(2), 61-75.

Brito, L. A. L., & Vasconcelos, F. C. D. (2009). The variance composition of firm growth rates. BAR-Brazilian Administration Review, 6(2), 118-136.

Brito, R. P., & Brito, L. A. L. (2012). Vantagem competitiva, criação de valor e seus efeitos sobre o desempenho. RAE-Revista de Administração de Empresas, 52(1), 70-84.

Brock, D. M., & Yaffe, T. (2008). International diversification and performance: The mediating role of implementation. International Business Review, 17(5), 600-615.

Brown, N. C., & Kimbrough, M. D. (2011). Intangible investment and the importance of firm-specific factors in the determination of earnings. Review of Accounting Studies, 16(3), 539-573.

Bushman, R. M., & Piotroski, J. D. (2006). Financial reporting incentives for conservative accounting: The influence of legal and political institutions. Journal of Accounting and Economics, 42(1-2), 107-148.

Carmo, C. H. S., Ribeiro, A. M., & De Carvalho, L. N. G. (2011). Convergência de fato ou de direito? A influência do sistema jurídico na aceitação das normas internacionais para pequenas e médias empresas. Revista Contabilidade & Finanças, 22(57), 242-262.

Carneiro, J. M. T., & Dib, L. A. (2007). Avaliação comparativa do escopo descritivo e explanatório dos principais modelos de internacionalização de empresas. Revista Eletrônica de Negócios Internacionais, 2(1), 1-25.

Castro, B. H. R. (2011). Influência da estruturação de departamentos de P&D na inovação: um estudo na indústria de máquinas e implementos agrícolas no Brasil. RAI-Revista de Administração e Inovação, 8(1), 196-220.

Cheng, C. C., Yang, C. L., & Sheu, C. (2014). The link between eco-innovation and business performance: a Taiwanese industry context. Journal of Cleaner Production, 64, 81-90.

Chi, C. W., Hung, K., Cheng, H. W., & Lieu, P. T. (2015). Family firms and earnings management in Taiwan: Influence of corporate governance. International Review of Economics & Finance, 36, 88-98.

Cho, H. J., & Pucik, V. (2005). Relationship between innovativeness, quality, growth, profitability, and market value. Strategic management journal, 26(6), 555-575.

Conto, S. M., Antunes Júnior, J. A. V., & Vaccaro, G. L. R. (2016). A inovação como fator de vantagem competitiva: estudo de uma cooperativa produtora de suco e vinho orgânicos. Gestão & Produção, 23(2), 397-407.

Coronel, D. A., Azevedo, A. F. Z., & Campos, A. C. (2014). Política industrial e desenvolvimento econômico: a reatualização de um debate histórico. Revista de Economia Política, 34(1), 103-119.

Costa, C., Lages, L. F., & Hortinha, P. (2015). The bright and dark side of CSR in export markets: Its impact on innovation and performance. International Business Review, 24(5), 749-757.

Dai, L., Maksimov, V., Gilbert, B. A., & Fernhaber, S. A. (2014). Entrepreneurial orientation and international scope: The differential roles of innovativeness, proactiveness, and risk-taking. Journal of Business Venturing, 29(4), 511-524.

De Paula, R. M., Ferreira, M. P., & Quinte, P. S. (2019). Aplicação das teorias de internacionalização em pequenas empresas. Revista PRETEXTO, 20(2), 32-47.

Dhaliwal, D. S., Gleason, C. A., Heitzman, S., & Melendrez, K. D. (2008). Auditor fees and cost of debt. Journal of accounting, auditing & finance, 23(1), 1-22.

Fávero, L. P., & Belfiore, P. (2017). Métodos quantitativos com Stata: procedimentos, rotinas e análise de resultados. São Paulo: Elsevier Brasil.

Fernandes, C. M. A., Bandeira-de-Mello, R., & Zanni, P. P. (2012). The role of political factors in the internationalization of companies: the case of Energias de Portugal (EDP) in Brazil. Cadernos EBAPE. BR, 10(2), 435-455.

Floriani, D. E., & Fleury, M. T. (2012). O efeito do grau de internacionalização nas competências internacionais e no desempenho financeiro da PME brasileira. Revista de Administração Contemporânea, 16(3), 438-458.

Geiger, S. W., & Makri, M. (2006). Exploration and exploitation innovation processes: The role of organizational slack in R & D intensive firms. The Journal of High Technology Management Research, 17(1), 97-108.

Gelfand, M. J., Erez, M., & Aycan, Z. (2007). Cross-cultural organizational behavior. Annu. Rev. Psychol., 58, 479-514.

Giroud, X., & Mueller, H. M. (2010). Does corporate governance matter in competitive industries?. Journal of Financial Economics, 95(3), 312-331.

Gomes, C. M., Kruglianskas, I., & Scherer, F. L. (2011). Innovation management for sustainable development practices in the internalization context. Journal of technology management & innovation, 6(2), 111-127.

Gonçalves Filho, C., Veit, M. R., & Monteiro, P. R. R. (2013). Inovação, estratégia, orientação para o mercado e empreendedorismo: identificação de clusters de empresas e teste de modelo de predição do desempenho nos negócios. RAI-Revista de Administração e Inovação, 10(2), 81-101.

Guillen, M. F. (2000). Business groups in emerging economies: A resource-based view. Academy of Management Journal, 43(3), 362-380.

Halilem, N., Amara, N., & Landry, R. (2014). Exploring the relationships between innovation and internationalization of small and medium‐sized enterprises: A nonrecursive structural equation model. Canadian Journal of Administrative Sciences/Revue Canadienne des Sciences de l'Administration, 31(1), 18-34.

Hassel, A., Höpner, M., Kurdelbusch, A., Rehder, B., & Zugehör, R. (2003). Two dimensions of the internationalization of firms. Journal of Management Studies, 40(3), 705-723.

House, R. J., Hanges, P. J., Javidan, M., Dorfman, P. W., & Gupta, V. (Eds.). (2004). Culture, leadership, and organizations: The GLOBE study of 62 societies. Sage publications.

Huguet, D., & Gandía, J. L. (2016). Audit and earnings management in Spanish SMEs. BRQ Business Research Quarterly, 19(3), 171-187.

Hurley, R. F., & Hult, G. T. M. (1998). Innovation, market orientation, and organizational learning: an integration and empirical examination. The Journal of marketing, 62, 42-54.

Javalgi, R. R. G., Griffith, D. A., & Steven White, D. (2003). An empirical examination of factors influencing the internationalization of service firms. Journal of Services Marketing, 17(2), 185-201.

Jayaram, J., Oke, A., & Prajogo, D. (2014). The antecedents and consequences of product and process innovation strategy implementation in Australian manufacturing firms. International Journal of Production Research, 52(15), 4424-4439.

Jung, J. C., & Bansal, P. (2009). How firm performance affects internationalization. Management International Review, 49(6), 709-732.

Kayo, E. K., Teh, C. C., & Basso, L. F. C. (2006). Ativos intangíveis e estrutura de capital: a influência das marcas e patentes sobre o endividamento. Revista de Administração-RAUSP, 41(2).

Khanna, T., & Rivkin, J. W. (2001). Estimating the performance effects of business groups in emerging markets. Strategic management journal, 22(1), 45-74.

Knight, G. A., & Cavusgil, S. T. (2004). Innovation, organizational capabilities, and the born-global firm. Journal of international business studies, 35(2), 124-141.

Knight, G. A., & Liesch, P. W. (2016). Internationalization: From incremental to born global. Journal of World Business, 51(1), 93-102.

Kull, T. J., & Wacker, J. G. (2010). Quality management effectiveness in Asia: The influence of culture. Journal of operations management, 28(3), 223-239.

La Porta, R., Lopez-de-Silanes, F., Shleifer, A., & Vishny, R. W. (1998). Law and finance. Journal of political economy, 106(6), 1113-1155.

Lima, A. C., & Carmona, C. U. (2010). Determinantes da formação do capital intelectual nas empresas produtoras de tecnologia da informação e comunicação. Revista de Administração Mackenzie (Mackenzie Management Review), 12(1).

Lopes, I. F., Beuren, I. M., & Dametto, I. D. R. B. (2016). Evidenciação dos recursos aplicados em pesquisa, desenvolvimento & inovação e da redução de carga tributária por empresas listadas na BM&FBovespa. ConTexto, 16(32).

Machado, D. D. P. N., & Carvalho, L. C. (2013). Ambiente favorável ao desenvolvimento de inovações: proposição de um modelo de análise organizacional. Revista de Administração-RAUSP, 48(3).

Maia, A. B. G. R., de Vasconcelos, A. C., & De Luca, M. M. M. (2013). Governança corporativa e internacionalização do capital social das companhias brasileiras do setor de construção e transportes. Internext, 8(2), 40-60.

Mazzioni, S., Rigo, V. P., Klann, R. C., & Silva Junior, J. C. A. (2014). A relação entre a intangibilidade e o desempenho econômico: Estudo com empresas de capital aberto do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS). Advances in Scientific and Applied Accounting, 7(1), 122-148.

Miranda, K. F., Vasconcelos, A. C., De Luca, M. M. M., & Cabral, J. E. O. (2015). A capacidade inovativa e o desempenho econômico-financeiro de empresas inovadoras brasileiras. REAd-Revista Eletrônica de Administração, 21(2).

Mitter, C., Duller, C., Feldbauer-Durstmüller, B., & Kraus, S. (2014). Internationalization of family firms: the effect of ownership and governance. Review of Managerial Science, 8(1), 1-28.

Moura, G. D., Mecking, D. V., & Scarpin, J. E. (2013). Market competitiveness, intangible assets and efficiency in combination of fixed assets in companies listed on the BM & F Bovespa. Enfoque, 32(3), 19.

Moura, P. G., & Galina, S. V. (2009). Empresas multinacionais de origem brasileira e a publicação internacional de patentes. RAI-Revista de Administração e Inovação, 6(3), 26-45.

Muzychenko, O., & Liesch, P. W. (2015). International opportunity identification in the internationalisation of the firm. Journal of World Business, 50(4), 704-717.

Nekhili, M., Boubaker, S., & Lakhal, F. (2012). Ownership structure, voluntary R&D disclosure and market value of firms: the French case. International Journal of Business, 17(2), 126.

Naor, M., Jones, J. S., Bernardes, E. S., Goldstein, S. M., & Schroeder, R. (2014). The culture-effectiveness link in a manufacturing context: A resource-based perspective. Journal of World Business, 49(3), 321-331.

O'brien, J. P. (2003). The capital structure implications of pursuing a strategy of innovation. Strategic Management Journal, 24(5), 415-431.

OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. (2018). Manual de Frascati 2007: proposta de práticas exemplares para inquéritos sobre investigação e desenvolvimento experimental. OCDE. Disponível em: http://www.uesc.br/nucleos/nit/manualfrascati.pdf.

OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (2005). Manual de Oslo: diretrizes para coleta e interpretação de dados sobre inovação. OCDE.

Oliveira, T., Thomas, M., & Espadanal, M. (2014). Assessing the determinants of cloud computing adoption: An analysis of the manufacturing and services sectors. Information & Management, 51(5), 497-510.

Pangarkar, N. (2008). Internationalization and performance of small-and medium-sized enterprises. Journal of world business, 43(4), 475-485.

Perez, M. M., & Famá, R. (2015). Características estratégicas dos ativos intangíveis e o desempenho econômico da empresa. Unisanta Law and Social Science, 4(2), 107-123.

Platchek, R. B., Floriani, D. E., & Borini, F. M. (2012). A influência do grau de internacionalização no desempenho das empresas têxteis. Revista Gestão Organizacional, 5(1), 70-81.

Porter, M. E. (1996). Competitive advantage, agglomeration economies, and regional policy. International regional science review, 19(1-2), 85-90.

Prajogo, D. I. (2016). The strategic fit between innovation strategies and business environment in delivering business performance. International Journal of Production Economics, 171, 241-249.

Reynoso, C. F., & Figueroa, L. E. O. (2010). Intangible resources as a determinant of accelerated internationalization. Global Journal of Business Research 4(4), 95-105.

Ribeiro, P. D. (2016). Relação entre internacionalização e inovação nas empresas: um estudo de caso. Revista do BNDES, 46(1), 263-309.

Rodrigues, L. C., Rechziegel, W., Bastos, N. G., Fiorillo, A., & Santos, J. N. (2012). Inovação aberta e internacionalização de negócio. Revista Pretexto, 13(3).

Ruigrok, W., & Wagner, H. (2003). Internationalization and performance: An organizational learning perspective. MIR: Management International Review, 63-83.

Santos, J. G. C., Vasconcelos, A. C., & De Luca, M. M. M. (2015). Internacionalização de empresas e governança corporativa: uma análise das maiores companhias abertas do Brasil. Advances in Scientific and Applied Accounting, 8(3), 300-319.

Santos, J. G. C., Vasconcelos, A. C., & De Luca, M. M. M. (2013). Perfil da inovação e da internacionalização de empresas transnacionais. RAI-Revista de Administração e Inovação, 10(1), 189-211.

Schreiber, D., Bessi, V. G., Puffal, D. P., & Tondolo, V. A. G. (2013). Posicionamento estratégico de MPE´S com base na inovação através do modelo hélice tríplice. Revista Eletrônica de Administração, 76(3), 767-795.

Schumpeter, J. A. (1988). Capitalismo, sociedade e democracia. São Paulo: Abril Cultural.

Sharma, V. M., & Erramilli, M. K. (2004). Resource-based explanation of entry mode choice. Journal of Marketing theory and Practice, 12(1), 1-18.

Shearmur, R., Doloreux, D., & Laperrière, A. (2015). Is the degree of internationalization associated with the use of knowledge intensive services or with innovation?. International business review, 24(3), 457-465.

Shefer, D., & Frenkel, A. (2005). R&D, firm size and innovation: an empirical analysis. Technovation, 25(1), 25-32.

Stal, E. (2010). Internacionalização de empresas brasileiras e o papel da inovação na construção de vantagens competitivas. RAI-Revista de Administração e Inovação, 7(3), 120-149.

Tavassoli, S., & Karlsson, C. (2015). Persistence of various types of innovation analyzed and explained. Research Policy, 44(10), 1887-1901.

Teece, D. J., Pisano, G., & Shuen, A. (1997). Dynamic capabilities and strategic management. Strategic Management Journal, 18(7), 509-533.

Teh, C. C., Kayo, E. K., & Kimura, H. (2008). Marcas, patentes e criação de valor. Revista de Administração Mackenzie (Mackenzie Management Review), 9(1), 86-106.

Terra, N. M., Barbosa, J. G. P., & Bouzada, M. A. C. (2015). A influência da inovação em produtos e processos no desempenho de empresas brasileiras. RAI-Revista de Administração e Inovação, 12(3), 183-208.

Terziovski, M. (2010). Innovation practice and its performance implications in small and medium enterprises (SMEs) in the manufacturing sector: a resource‐based view. Strategic Management Journal, 31(8), 892-902.

Trąpczyński, P., & Wrona, T. (2013). From going international to being international-strategies for international competitiveness. Poznan University of Economics Review, 13(1), 89-114.

Vargas, M. I. R. (2015). Determinant factors for small business to achieve innovation, high performance and competitiveness: organizational learning and leadership style. Procedia-Social and Behavioral Sciences, 169, 43-52.

Wang, L. (2014). Internationalization with Chinese characteristics: The changing discourse of internationalization in China. Chinese Education & Society, 47(1), 7-26.

Wernerfelt, B. (1984). A resource‐based view of the firm. Strategic management journal, 5(2), 171-180.

Zemplinerová, A., & Hromádková, E. (2012). Determinants of firm’s innovation. Prague Economic Papers, 21(4), 487-503.

Zen, A. C. (2012). O processo de internacionalização e o impacto nos recursos da firma: o caso da vinícola Casa Valduga. Internext, 7(1), 123-148.




DOI: http://dx.doi.org/10.18568/internext.v15i1.521

Article Metrics

Metrics Loading ...

Metrics powered by PLOS ALM

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2019 Revista Eletrônica de Negócios Internacionais

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Compartilhar igual 4.0 Internacional.

Desenvolvido por:

Logomarca da Lepidus Tecnologia

INTERNEXT (e-ISSN: 1980-4865)

ESPM | Escola Superior de Propaganda e Marketing 

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.


Rua: Dr. Álvaro Alvim, 123 - Vila Mariana - São Paulo - SP - Cep: 04018-010 - e-mail: internext@espm.br

Indexadores e Diretório: