DISTÂNCIA CULTURAL E MODOS DE ENTRADA: UM ESTUDO DAS MAIORES TRANSACIONAIS BRASILEIRAS

Livia Lopes Barakat, Jase Ramsey, Patricia Vargas dos Santos Oliveira, Plinio Rafael Reis Monteiro

Resumo


O presente artigo analisa o grau de inter-relacionamento entre a distância cultural (DC) e a preferência por métodos de entrada em empresas que atuam em mercados internacionais. Visando trazer um novo prisma sobre o tema da DC este estudo busca analisar o fenômeno além das dimensões culturais de Hofstede, empregando como moldura teórica a perspectiva bimodal proposta pelo Globe Project. Para o estudo, foi pesquisada uma amostra de 31 empresas que estão entre as 100 maiores transnacionais brasileiras. Os resultados indicam que tendo em vista o universo das maiores transnacionais brasileiras, as empresas que atuam em países distintos culturalmente possuem certa aversão a entradas futuras via aquisições. O tamanho da empresa foi verificado como moderador da relação entre DC e a escolha do modo de entrada. Finalmente, as duas dimensões de DC, valores e práticas, possuem diferentes impactos na escolha do modo de entrada.

Palavras-chave


INTERNACIONALIZAÇÃO, MODOS DE ENTRADA, DISTÂNCIA CULTURAL, GLOBE PROJECT

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DOI: http://dx.doi.org/10.18568/1980-4865.52167-193

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