A lógica da estratégia de combate do governo e das empresas ao mercado pirata: uma análise a partir dos interesses e motivos dos consumidores

Ernesto Micheangelo Giglio, Arnaldo Luiz Ryngelblum

Resumo


O objetivo deste artigo é discutir a presença de variáveis que criam a intenção de compra de produtos piratas e refletir sobre a estratégia empreendida pelas empresas e pelo governo no combate à pirataria. A primeira afirmativa orientadora é que o surgimento da intenção de compra de produtos pirata decorre de alterações nos processos normais e ideais do levantamento e decisão entre alternativas, utilizando a teoria do consumo como um processo em etapas. Os resultados de pesquisas sustentaram a afirmativa. A segunda afirmativa orientadora é que a intenção estratégica das empresas e do governo falha ao não considerar os interesses e força dos consumidores, num raciocínio a partir da teoria dos stakeholders. Entrevistas com atores do governo confirmaram a afirmativa. A partir dos resultados sugere-se uma linha estratégica de combate à pirataria que incorpore os interesses dos consumidores, compreendendo motivos que se estendem além da variável preço.

Palavras-chave


Estratégia. Stakeholder; Consumidor; Mercado Pirata

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DOI: https://doi.org/10.18568/1980-4865.21144-166

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