Do agreste de Pernambuco para o mundo: o caso pinga nordestina

Érica Piros Kovacs, Walter F. de Moraes, Brigitte Renata Bezerra de Oliveira

Resumo


O artigo apresenta o processo de internacionalização da Pinga Nordestina, que, por meio da participação Projeto Setorial Integrado da Cachaça de Pernambuco, começou a exportar em 2005. Os achados corroboram com a importância do estabelecimento de networks, da distância psíquica e da aprendizagem incremental e cumulativa da teoria de internacionalização de Uppsala. A participação em feiras e missões internacionais foi um fator impulsionador no processo de internacionalização por meio da reflexão do executivo sobre a sua aprendizagem, levando a mudanças de produtos, tanto para o mercado interno, quanto para o internacional. Verificou-se também que o governo foi um agente catalisador, contribuindo para esta inserção internacional. No entanto, a percepção de distância psíquica do país de destino foi reduzida devido à nacionalidade do empresário importador, e não apenas do país de destino, conforme advogado pelos teóricos de Uppsala, indicando a necessidade de mais estudos empíricos.

Palavras-chave


Internacionalização; Uppsala; Cachaça; Internationalisation; Cachaça

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DOI: http://dx.doi.org/10.18568/1980-4865.11103-124

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